Um relatório da Bloomberg New Energy Finance revela que o preço da eletricidade gerada a partir da energia eólica vai descer 12% nos próximos 5 anos como consequência de uma combinação de equipamentos mais baratos e ganhos na eficiência do que diz respeito à produção, o que fará com que a média dos Parques Eólicos compita ao mesmo nível com a produção das centrais a carvão, gás natural e nucleares.
Foram recentemente apresentados em Londres e Nova Iorque os resultados do mais recente estudo da Bloomberg News Energy Finance, que concluiu que a produção de eletricidade a partir de energia eólica tem vindo a tornar-se cada vez mais competitiva, aproximando-se da geração de energia elétrica a partir de combustíveis fósseis.
Esta evolução está a acontecer de tal forma que, nos próximos 5 anos, o preço da eletricidade proveniente do aproveitamento da energia elétrica diminuirá 12%, colocando-se ao nível da eletricidade gerada pelas centrais a carvão, gás natural, e nucleares.
21 de novembro de 2011
Apoios à eólica e solar já sofreram cortes na Europa
Alemanha, Dinamarca, Itália e Espanha são alguns dos países que já sofreram cortes na subsidiação das energias renováveis, face à necessidade de restringir custos que acabam por se repercutir nas tarifas pagas pelos consumidores.
Na Alemanha os cortes começaram a fazer-se sentir ainda em 2009 no sector do solar, tendo sido já anunciado que as tarifas negociadas para a indústria solar para 2012 poderiam ser suspensas. A Dinamarca também iniciou o processo de phase out em 2009 na energia eólica, com o propósito de favorecer outras fontes de energia, como a solar, hidrogénio ou biomassa. Em Itália, os subsídios para a energia solar projectada para o período de 2011 a 2013 deverão permanecer em vigor apenas para os sistemas instalados antes de 1 de junho de 2011. Na eólica, os cortes são da ordem dos 22 por cento, e têm efeito retroactivo, ou seja, aplicam-se a sistemas que também estão em operação. Uma medida que pode revelar-se fatal para a indústria renovável italiana.
Na Alemanha os cortes começaram a fazer-se sentir ainda em 2009 no sector do solar, tendo sido já anunciado que as tarifas negociadas para a indústria solar para 2012 poderiam ser suspensas. A Dinamarca também iniciou o processo de phase out em 2009 na energia eólica, com o propósito de favorecer outras fontes de energia, como a solar, hidrogénio ou biomassa. Em Itália, os subsídios para a energia solar projectada para o período de 2011 a 2013 deverão permanecer em vigor apenas para os sistemas instalados antes de 1 de junho de 2011. Na eólica, os cortes são da ordem dos 22 por cento, e têm efeito retroactivo, ou seja, aplicam-se a sistemas que também estão em operação. Uma medida que pode revelar-se fatal para a indústria renovável italiana.
Suecos procuram investidores e parceiros em Portugal
A Waves4Power, uma empresa sueca especializada na produção e comercialização de um sistema patenteado para produzir eletricidade a partir da energia das ondas a custo eficiente procura investidores e parceiros para crescer. A Absolicon, também da Suécia, mas focada na produção de eletricidade e água quente a partir do mesmo painel solar, quer deixar de ser uma pequena empresa de garagem para ser uma grande unidade internacional.
Para estas duas empresas, tal como para as outras seis unidades suecas de tecnologias limpas presentes no II Fórum luso-sueco de negócios sustentáveis, Portugal enquadra-se na sua estratégia de negócios e a Efacec, anfitriã do encontro, também.
Porquê? Porque "Portugal é um dos principais investidores europeus em energias renováveis", como se lê no prospeto do Swedish Trade Council (STC), organismo que combina capitais públicos e privados para apoiar a internacionalização das empresas suecas.
Para estas duas empresas, tal como para as outras seis unidades suecas de tecnologias limpas presentes no II Fórum luso-sueco de negócios sustentáveis, Portugal enquadra-se na sua estratégia de negócios e a Efacec, anfitriã do encontro, também.
Porquê? Porque "Portugal é um dos principais investidores europeus em energias renováveis", como se lê no prospeto do Swedish Trade Council (STC), organismo que combina capitais públicos e privados para apoiar a internacionalização das empresas suecas.
Angola: País tem recursos naturais para produção de energias alternativas
Angola tem importantes recursos naturais, que podem servir para produzir energias renováveis, apesar de ser um produtor de petróleo, afirmou o administrador da empresa portuguesa “N Energia”, Luís Marques.
De acordo com o responsável, que falava hoje sobre estratégias de investimentos de energia renováveis, no fórum de Tecnologias Comunicação e Multimédia, produzir petróleo e investir na energia renováveis constituem acções complementares.
Salientou que Angola possui muito mais do que a riqueza em recursos hídricos que proporcionam os importantes sistemas energéticos tradicionais.
Outras fontes para produção alternativa de energia, na óptica do prelector, são as grandes florestas (com as centrais de biomassa) e o recurso solar.
De acordo com o responsável, que falava hoje sobre estratégias de investimentos de energia renováveis, no fórum de Tecnologias Comunicação e Multimédia, produzir petróleo e investir na energia renováveis constituem acções complementares.
Salientou que Angola possui muito mais do que a riqueza em recursos hídricos que proporcionam os importantes sistemas energéticos tradicionais.
Outras fontes para produção alternativa de energia, na óptica do prelector, são as grandes florestas (com as centrais de biomassa) e o recurso solar.
Reino Unido procura projectos de tecnologia e energias renováveis
Mercado oferece oportunidades em sectores distintos e desafia a exploração de nichos. Economia é competitiva e pode facilitar ligação ao mercado asiático.
Há muito que Portugal conquistou os britânicos com o sabor adocicado do vinho do Porto, hoje uma referência mundial do que de melhor se faz no País. O Reino Unido é um dos grandes importadores, assim como um mercado crescente de destino dos têxteis portugueses.
À parte estes produtos tradicionais, o país quer mais de Portugal e em diferentes áreas, quer no âmbito das trocas comerciais quer do investimento directo estrangeiro (IDE). Osvaldo Tiferes, da área de International Business Development do Santander no Reino Unido, explica que "existe um interesse crescente em produtos de tecnologias de informação, matérias-primas e em mercados de nicho como o turismo de bem-estar". No caso do Investimento Directo Estrangeiro (IDE), o país oferece oportunidades para as empresas portuguesas no sector da construção, no tecnológico e nas energias renováveis".
Há muito que Portugal conquistou os britânicos com o sabor adocicado do vinho do Porto, hoje uma referência mundial do que de melhor se faz no País. O Reino Unido é um dos grandes importadores, assim como um mercado crescente de destino dos têxteis portugueses.
À parte estes produtos tradicionais, o país quer mais de Portugal e em diferentes áreas, quer no âmbito das trocas comerciais quer do investimento directo estrangeiro (IDE). Osvaldo Tiferes, da área de International Business Development do Santander no Reino Unido, explica que "existe um interesse crescente em produtos de tecnologias de informação, matérias-primas e em mercados de nicho como o turismo de bem-estar". No caso do Investimento Directo Estrangeiro (IDE), o país oferece oportunidades para as empresas portuguesas no sector da construção, no tecnológico e nas energias renováveis".
Combate à dependência das energias fósseis
O recurso a novas fontes de energia deverá ser o caminho para o mundo nos próximos anos.
José Sucena Paiva, professor catedrático do Instituto Superior Técnico, foi peremptório. A dependência energética do mundo face aos combustíveis fósseis é de tal ordem que não será fácil de combater nos próximos anos. Embora a Agência Internacional de Energia esteja a equacionar vários cenários, nomeadamente quanto ao volume de utilização da energia atómica e a aposta nas energias renováveis seja unânime, para Sucena Paiva o problema não é de fácil resolução. "O Mundo está de tal forma agarrado às energias fósseis que dificilmente as conseguirá largar", disse na conferência do Diário Económico.
O orador do X Fórum Energia traçou o cenário global do sector energético e a conclusão é óbvia: o mundo está em ebulição e o sector energético terá de se adaptar à nova realidade. Mas a mensagem é, quase, tranquilizadora. "Há energia suficiente para satisfazer a procura, mas é preciso encontrar soluções", disse o professor do IST.
José Sucena Paiva, professor catedrático do Instituto Superior Técnico, foi peremptório. A dependência energética do mundo face aos combustíveis fósseis é de tal ordem que não será fácil de combater nos próximos anos. Embora a Agência Internacional de Energia esteja a equacionar vários cenários, nomeadamente quanto ao volume de utilização da energia atómica e a aposta nas energias renováveis seja unânime, para Sucena Paiva o problema não é de fácil resolução. "O Mundo está de tal forma agarrado às energias fósseis que dificilmente as conseguirá largar", disse na conferência do Diário Económico.
O orador do X Fórum Energia traçou o cenário global do sector energético e a conclusão é óbvia: o mundo está em ebulição e o sector energético terá de se adaptar à nova realidade. Mas a mensagem é, quase, tranquilizadora. "Há energia suficiente para satisfazer a procura, mas é preciso encontrar soluções", disse o professor do IST.
IMPSA recebe empréstimo de US$ 150 milhões do BID para expansão de energia eólica na América Latina
A IMPSA, companhia de energia renovável, irá receber, por meio da subsidiária brasileira Wind Power Energia, um empréstimo de US$ 150 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com o objetivo de financiar o plano de expansão de geração de energia eólica na América Latina.
O projeto visa construir quatro parques eólicos, sendo três no Brasil, com previsão de agregar 481 megawatts de capacidade instalada e um no Uruguai, que irá agregar 500 megawatts de capacidade de energia eólica na região até 2014.
O investimento total do programa é estimado em US$ 1,4 milhões e permitirá uma redução de aproximadamente 595.000 a 680.000 toneladas por ano de emissões de dióxidos de carbono.
O projeto visa construir quatro parques eólicos, sendo três no Brasil, com previsão de agregar 481 megawatts de capacidade instalada e um no Uruguai, que irá agregar 500 megawatts de capacidade de energia eólica na região até 2014.
O investimento total do programa é estimado em US$ 1,4 milhões e permitirá uma redução de aproximadamente 595.000 a 680.000 toneladas por ano de emissões de dióxidos de carbono.
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