A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê que as usinas eólicas no Brasil cresçam 320% em dez anos. Atualmente, as usinas eólicas instaladas somam 930,5 MW espalhados por 50 parques, dos quais 40 receberam apoio do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa).As hidrelétricas, principal fonte de geração do país, têm 110.000 MW instalados.
O diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Pedro Perrelli, espera que o governo realize este ano outro leilão a fim de comercializar 2 mil MW. Entre 2009 e 2010 o setor vendeu mais de 3.800 MW, previstos para entrar em operação até 2013.
A expectativa do diretor da entidade é que o número de usinas no país aumente para cerca de 200, com geração total de 5.319 MW.
Pelo Proinfa estão previstos neste ano mais 510 MW distribuídos por 14 parques eólicos, totalizando 1.440 MW.
1 de fevereiro de 2011
Energia eólica poderia abastecer 40% do Paraná, Brasil
No campo energético, as diferentes matrizes disponíveis no Estado demonstram que há meios de se atender uma provável expansão da demanda do setor industrial que, só com o crescimento econômico registrado em 2010, aumentou 5,8%. Tal direcionamento já foi mencionado durante a posse do novo diretor da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Lindolfo Zimmer, que assumiu o compromisso de excelência nos serviços da empresa, ao mesmo tempo em que destacou a intenção de investir em mercados promissores, sobretudo, o de energia eólica. Energia essa que aqui apresenta potencial de ventos capaz de atender 40% do consumo atual de eletricidade. Conforme medições divulgadas pela própria Copel, a produção de energia eólica pode chegar a 3.375 megawatts. Isso equivale a algo próximo ao que é produzido por cinco grupos geradores de Itaipu.
Redução de custos impulsiona uso de células de combustível
As novas torres do World Trade Center em Nova York serão abastecidas por células de combustível. Algumas filias da Whole Foods funcionam com células de combustível. Walmart, eBay, Google, Staples, Coca-Cola e outras grandes companhias também instalaram essas células nos últimos anos. A maioria dessas empresas afirma que não está usando as células de combustível apenas para reduzir o consumo de energia ou poluição, oferecer uma fonte de energia alternativa confiável ou atrair publicidade positiva. As empresas também querem economizar.
Se elas tiverem sucesso – e os resultados iniciais sugerem que isso possa acontecer – será graças ao fato de que os custos de células de combustível caíram significativamente nos últimos anos. Elas duram mais do que costumavam durar. E, além disso, os governos locais e federal ofereceram generosos subsídios.
“Há um grande número de exemplos em que apenas a economia de dinheiro já é suficiente para justificar a adoção dessa tecnologia”, diz Kerry-Ann Adamson, diretora de pesquisas da Pike Research.
Apesar disso, as células de combustível ainda são uma alternativa cara de geração de energia e elas não fazem sentido econômico para todos os negócios.
As células de combustível, que estão disponíveis em mais de meia dúzia de variedades, produzem energia a partir de reações químicas, em vez de queimar combustíveis para mover geradores, que é o método convencional utilizado. Como uma bateria, eles usam eletrodos positivos e negativos separados por um eletrólito. Mas, enquanto as baterias armazenam todos os componentes necessários para as reações químicas em um depósito específico, as células de combustível utilizam uma fonte externa de energia e ar da atmosfera. Como resultado, elas podem funcionar de maneira contínua enquanto houver um suprimento de combustível.
Se elas tiverem sucesso – e os resultados iniciais sugerem que isso possa acontecer – será graças ao fato de que os custos de células de combustível caíram significativamente nos últimos anos. Elas duram mais do que costumavam durar. E, além disso, os governos locais e federal ofereceram generosos subsídios.
“Há um grande número de exemplos em que apenas a economia de dinheiro já é suficiente para justificar a adoção dessa tecnologia”, diz Kerry-Ann Adamson, diretora de pesquisas da Pike Research.
Apesar disso, as células de combustível ainda são uma alternativa cara de geração de energia e elas não fazem sentido econômico para todos os negócios.
As células de combustível, que estão disponíveis em mais de meia dúzia de variedades, produzem energia a partir de reações químicas, em vez de queimar combustíveis para mover geradores, que é o método convencional utilizado. Como uma bateria, eles usam eletrodos positivos e negativos separados por um eletrólito. Mas, enquanto as baterias armazenam todos os componentes necessários para as reações químicas em um depósito específico, as células de combustível utilizam uma fonte externa de energia e ar da atmosfera. Como resultado, elas podem funcionar de maneira contínua enquanto houver um suprimento de combustível.
Instituto Português de Energia Solar vai ser criado em Évora
A Universidade de Évora anunciou a criação do Instituto Português de Energia Solar, que conta com o apoio do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento. A assinatura do memorando decorreu, no Simpósio “Alta Concentração Solar e Produção de Electricidade”, nas instalações desta universidade.
O Secretário de Estado da Energia e da Inovação, Carlos Zorrinho, realçou o potencial da iniciativa com a ligação às empresas, no desenvolvimento científico-tecnológico da energia solar. Recordou ainda que o Alentejo é uma região com condições muito favoráveis à exploração deste recurso inesgotável.
Organizado em parceria com a Direcção-Geral de Energia e Geologia e a Cátedra BES – Energias Renováveis, da Universidade de Évora, o Simpósio “Alta Concentração Solar e Produção de Energia” contou ainda com a presença do Director-Geral de Energia e Geologia, do Reitor da Universidade de Évora, do Presidente da Câmara Municipal de Évora e ainda do Presidente da CCDRA.
O Secretário de Estado da Energia e da Inovação, Carlos Zorrinho, realçou o potencial da iniciativa com a ligação às empresas, no desenvolvimento científico-tecnológico da energia solar. Recordou ainda que o Alentejo é uma região com condições muito favoráveis à exploração deste recurso inesgotável.
Organizado em parceria com a Direcção-Geral de Energia e Geologia e a Cátedra BES – Energias Renováveis, da Universidade de Évora, o Simpósio “Alta Concentração Solar e Produção de Energia” contou ainda com a presença do Director-Geral de Energia e Geologia, do Reitor da Universidade de Évora, do Presidente da Câmara Municipal de Évora e ainda do Presidente da CCDRA.
EDP corta expansão nos EUA pela primeira vez
Potência instalada em 2010 foi a mais baixa desde que a EDP comprou a Horizon, em 2007, deixando o grupo mais distante da concorrente Iberdrola.
O presidente da EDP, António Mexia, já havia dito que 2011 e 2012 seriam marcados por um abrandamento do ritmo de expansão nas eólicas, mas nos Estados Unidos da América (EUA) o corte já aconteceu.
Segundo os dados da associação eólica norte-americana (a AWEA), em 2010 a EDP Renováveis instalou 499 megawatts (MW) nos EUA, o valor mais baixo desde a compra da Horizon, pelas contas do Negócios. Os números oficiais da EDP Renováveis indicam que até Setembro tinham sido instalados 478 MW nos EUA.
O presidente da EDP, António Mexia, já havia dito que 2011 e 2012 seriam marcados por um abrandamento do ritmo de expansão nas eólicas, mas nos Estados Unidos da América (EUA) o corte já aconteceu.
Segundo os dados da associação eólica norte-americana (a AWEA), em 2010 a EDP Renováveis instalou 499 megawatts (MW) nos EUA, o valor mais baixo desde a compra da Horizon, pelas contas do Negócios. Os números oficiais da EDP Renováveis indicam que até Setembro tinham sido instalados 478 MW nos EUA.
Ikea disposta a analisar projectos de energias renováveis em Portugal
Nos últimos dois anos, o grupo Ikea tem somado torres eólicas em França e Alemanha. As 52 torres representam já 10% do consumo de electricidade das operações mundiais do grupo. Trabalhar de forma sustentável é compatível com redução de custos, relembra Kristina Johansson (na foto), directora-geral da Ikea Portugal desde Abril de 2010. E pode ser uma oportunidade de investimento, além dos 1,1 mil milhões de euros que a Ikea já destinou para sete lojas em Portugal.
Além dos actuais projectos de Loulé e Gaia ainda têm mais duas lojas previstas para Portugal. Sete lojas esgota o mercado português?
Sim, temos duas lojas a serem definidas, e uma provavelmente será no centro de Portugal. O que é importante é que estejamos bem representados, que os nossos clientes não tenham que andar muito para chegar às nossas lojas - normalmente não deve ser mais do que uma hora de distância. Com estas sete lojas cobrimos bastante bem essa necessidade.
Além dos actuais projectos de Loulé e Gaia ainda têm mais duas lojas previstas para Portugal. Sete lojas esgota o mercado português?
Sim, temos duas lojas a serem definidas, e uma provavelmente será no centro de Portugal. O que é importante é que estejamos bem representados, que os nossos clientes não tenham que andar muito para chegar às nossas lojas - normalmente não deve ser mais do que uma hora de distância. Com estas sete lojas cobrimos bastante bem essa necessidade.
Eólica offshore em alta na Europa
A capacidade instalada de usinas eólicas offshore na Europa registrou, em 2010, um crescimento recorde de 51% em relação ao ano anterior, com a entrada de mais 308 turbinas. Segundo a European Wind Energy Association (EWEA), as unidades acrescentaram um total de 883 megawatt (MW), totalizando um investimento de cerca de 2,6 bilhões de euros. Com a instalação de nove parques eólicos em cinco países, a base instalada de eólicas offshore atingiu a marca de 2.964 MW.
A EWEA destacou que a atual base instalada fornece energia elétrica para 2,9 milhões de condomínios da União Europeia. No total, são 1.136 turbinas implantadas, que em um ano de vento em condições normais seriam capazes de produzir 11,5 terawatts-hora (TWh) de eletricidade. O ranking é liderado pelo Reino Unido com 1.341 MW, seguido pela (854 MW), Holanda (249 MW), Bélgica (195 MW), Suécia (164 MW), Alemanha (92 MW), Irlanda (25 MW), Finlândia (26 MW) e da Noruega 2,3 MW.
“O crescimento regitrado em 2010 estabelece um novo recorde para a energia eólica offshore na Europa. Os 29 novos modelos de turbinas offshore anunciados no ano passado mostram o compromisso desta indústria para combater as alterações climáticas, criar empregos verdes, exportar, reduzindo nossa dependência do combustível importado”, analisa Christian Kajaer, chefe executivo da EWEA. Nos últimos dois anos, chegaram ao mercado 44 novos modelos de turbinas.
A EWEA destacou que a atual base instalada fornece energia elétrica para 2,9 milhões de condomínios da União Europeia. No total, são 1.136 turbinas implantadas, que em um ano de vento em condições normais seriam capazes de produzir 11,5 terawatts-hora (TWh) de eletricidade. O ranking é liderado pelo Reino Unido com 1.341 MW, seguido pela (854 MW), Holanda (249 MW), Bélgica (195 MW), Suécia (164 MW), Alemanha (92 MW), Irlanda (25 MW), Finlândia (26 MW) e da Noruega 2,3 MW.
“O crescimento regitrado em 2010 estabelece um novo recorde para a energia eólica offshore na Europa. Os 29 novos modelos de turbinas offshore anunciados no ano passado mostram o compromisso desta indústria para combater as alterações climáticas, criar empregos verdes, exportar, reduzindo nossa dependência do combustível importado”, analisa Christian Kajaer, chefe executivo da EWEA. Nos últimos dois anos, chegaram ao mercado 44 novos modelos de turbinas.
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