A Martifer está a sondar oportunidades de investimento em energia solar no território brasileiro, avançou à agência Lusa o CEO da Martifer Renováveis do Brasil.
"Uma das grandes actividades do grupo é a Martifer Solar. Estamos a posicionar-nos no mercado brasileiro para, quando a regulamentação sair, podermos fazer alguma coisa", afirmou Armando Abreu. Apesar de o país ter condições favoráveis para o desenvolvimento da tecnologia, a energia solar ainda não avançou no Brasil por falta de legislação que viabilize o seu aproveitamento pela rede eléctrica.
Deste modo, enquanto a regulamentação não é aprovada no Congresso brasileiro, a Martifer Renováveis está a contactar potenciais clientes privados. "Estamos a negociar contratos de venda de energia solar com players privados. A ideia é começar com o projecto assim que tivermos uma oportunidade e, depois, esperar pela regulamentação", concretizou Armando Abreu.
11 de outubro de 2011
Nipónica Marubeni quer investir em energia geotérmica
A Marubeni está a estudar a construção de duas centrais geotérmicas no Japão, que aposta de novo nas energias renováveis, após o acidente nuclear de Fukushima.
A japonesa Marubeni pretende aproveitar a sua experiência como operadora de centrais do género na Costa Rica e outros países, tendo planos para a construção, de 2013 a 2014, entre duas a quatro fábricas capazes de gerar electricidade, aproveitando o calor do subsolo no nordeste do Japão e na ilha de Hokkaido.
De acordo com o diário Nikkei, a Marubeni estima que cada projecto deverá obrigar a um investimento de mil milhões de ienes (9,7 milhões de euros) e prevê procurar empresas e instituições financeiras nacionais e estrangeiras interessadas no investimento.
A japonesa Marubeni pretende aproveitar a sua experiência como operadora de centrais do género na Costa Rica e outros países, tendo planos para a construção, de 2013 a 2014, entre duas a quatro fábricas capazes de gerar electricidade, aproveitando o calor do subsolo no nordeste do Japão e na ilha de Hokkaido.
De acordo com o diário Nikkei, a Marubeni estima que cada projecto deverá obrigar a um investimento de mil milhões de ienes (9,7 milhões de euros) e prevê procurar empresas e instituições financeiras nacionais e estrangeiras interessadas no investimento.
Emissões poluentes na União Europeia aumentaram 2,4% em 2010
As emissões de gases com efeito de estufa da União Europeia aumentaram 2,4% em 2010 em relação a 2009, percentagem que, ainda assim, não compromete o cumprimento do Protocolo de Quioto, revela hoje um relatório da Agência de Ambiente Europeia com dados provisórios.
A agência, com sede em Copenhaga, explica o aumento das emissões com o facto de no ano passado ter havido algum crescimento económico em muitos países e com um Inverno mais frio do que o costume, o que levou a um aumento do consumo de energia. Contudo, este aumento das emissões foi contido pela substituição do carvão pelo gás natural e pela aposta nas energias renováveis.
Num cenário a longo prazo, as emissões têm vindo a diminuir. Na UE a 15, as emissões foram 10,7% mais baixas do que o ano de referência, ou seja, 1990. A meta comum para a União Europeia (UE) é conseguir até ao período 2008-2012 uma redução de 8%. Mas há países que não estão a cumprir as suas metas nacionais, como a Áustria, Itália e Luxemburgo.
A agência, com sede em Copenhaga, explica o aumento das emissões com o facto de no ano passado ter havido algum crescimento económico em muitos países e com um Inverno mais frio do que o costume, o que levou a um aumento do consumo de energia. Contudo, este aumento das emissões foi contido pela substituição do carvão pelo gás natural e pela aposta nas energias renováveis.
Num cenário a longo prazo, as emissões têm vindo a diminuir. Na UE a 15, as emissões foram 10,7% mais baixas do que o ano de referência, ou seja, 1990. A meta comum para a União Europeia (UE) é conseguir até ao período 2008-2012 uma redução de 8%. Mas há países que não estão a cumprir as suas metas nacionais, como a Áustria, Itália e Luxemburgo.
Nova tecnologia eólica promete triplicar produção de energia
A Universidade de Kyushu, no Japão, desenvolveu uma turbina eólica que promete produzir três vezes mais energia do que as atuais. A nova tecnologia é chamada de lente eólica e alguns protótipos já estão em fase de testes no centro acadêmico.
Para que o equipamento tivesse uma produção energética mais eficiente não foi preciso aumentar o tamanho dos geradores. O modelo consiste em um anel e circunscreve a área das pás dos geradores, que têm a função de acelerar o fluxo de ar nas lâminas. Com este processo, o sistema gera de duas a três vezes mais energia do que as turbinas comuns. Toda a estrutura soma 112 metros de diâmetro.
O design do produto foi criado na Exibição Internacional de Energias Renováveis de Yokohama, em 2010. O modelo tem uma plataforma hexagonal, assim as turbinas são organizadas no formato de uma colmeia. Segundo o líder da pesquisa, Yuji Ohya, os geradores têm a vantagem de não causarem tanta poluição sonora como os convencionais.
Energia/Grossistas: UE adota regras para prevenir distorção
A União Europeia (UE) adotou hoje novas regras para o comércio grossista de energia com o objetivo de evitar a utilização de informação privilegiada e outras formas de abuso de mercado, que distorcem os preços grossistas do setor.
Com a nova lei, que entrará em vigor até final do ano, o comércio de energia (gás e eletricidade) será analisado a nível europeu para detetar abusos, e as autoridades nacionais dos Estados-membros vão instituir sanções para ajudar a pôr termo à manipulação de mercado.
Com a nova lei, que entrará em vigor até final do ano, o comércio de energia (gás e eletricidade) será analisado a nível europeu para detetar abusos, e as autoridades nacionais dos Estados-membros vão instituir sanções para ajudar a pôr termo à manipulação de mercado.
Emissões de CO2 aumentaram 0,3% em 2010, abaixo do previsto no Protocolo de Quioto
A crise económica que afecta as indústrias poluentes e os transportes, uma maior eficiência energética e as energias renováveis levaram Portugal a aumentar apenas 0,3% as suas emissões de gases com efeito de estufa, em 2010.
De acordo com dados provisórios avançados pela Agência Europeia do Ambiente (AEA), em 2010 Portugal emitiu 74,8 megatoneladas (Mt) de gases com efeito de estufa, mais 0,2 Mt do que em 2009. Nesse ano, recorde-se, as emissões desceram 4,23% em relação a 2008.
Estes números mostram que Portugal está abaixo dos limites impostos pelo Protocolo de Quioto, que são de cerca de 77 Mt por ano. Se as emissões não piorarem em 2011 e 2012, Portugal consegue cumprir este acordo.
De acordo com dados provisórios avançados pela Agência Europeia do Ambiente (AEA), em 2010 Portugal emitiu 74,8 megatoneladas (Mt) de gases com efeito de estufa, mais 0,2 Mt do que em 2009. Nesse ano, recorde-se, as emissões desceram 4,23% em relação a 2008.
Estes números mostram que Portugal está abaixo dos limites impostos pelo Protocolo de Quioto, que são de cerca de 77 Mt por ano. Se as emissões não piorarem em 2011 e 2012, Portugal consegue cumprir este acordo.
4 de outubro de 2011
Rio de Janeiro quer reduzir emissões em 30% até 2030
O Rio de Janeiro estabeleceu a meta de 30% na redução da emissão de gases até 2030. Na última segunda-feira, 26 de setembro, o governo do estado assinou o Decreto do Clima, que estabelece a meta estadual de redução na emissão de gases de dióxido de carbono (CO2) na economia fluminense. Na ocasião, também foi assinado decreto estabelecendo uma política de apoio à produção de equipamentos utilizados na geração de energias solar (por células fotovoltaicas) e eólica, com a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
O Decreto do Clima regulamenta a Lei 5.690, que criou a Política Estadual sobre Mudança do Clima e Desenvolvimento Sustentável, sancionada em abril de 2010. O texto especifica as adaptações necessárias para a mitigação dos impactos resultantes das alterações climáticas no território fluminense, apontando medidas que contribuem para a redução da concentração de gases de efeito estufa.
O Decreto do Clima regulamenta a Lei 5.690, que criou a Política Estadual sobre Mudança do Clima e Desenvolvimento Sustentável, sancionada em abril de 2010. O texto especifica as adaptações necessárias para a mitigação dos impactos resultantes das alterações climáticas no território fluminense, apontando medidas que contribuem para a redução da concentração de gases de efeito estufa.
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