Tecnologia utilizada em missões espaciais para Marte pode ajudar a manutenção de painéis solares. Empresas que possuem instalações com teto solar poderão em futuro próximo adquirir painéis autolimpantes baseados nessa tecnologia. Estas informações foram apresentadas na edição de 2010 do Encontro Nacional da Sociedade de Químicos Americanos (ACS, na sigla em inglês), reporta o site ScienceDaily.
O cientista que liderou o estudo, Malay Mazumder, da Universidade de Boston, Estados Unidos, disse ao ScienceDaily que "os painéis autolimpantes usados em áreas de grande concentração de poluentes beneficiarão os sistemas de energia solar". Segundo Mazumder, "é a única tecnologia de limpeza automática que não utiliza água ou movimentos mecânicos".
Os cientistas afirmam que a popularidade da energia solar é crescente, então é necessária a busca de novos métodos que a evoluam. O uso de energia solar cresceu mais de 50% na última década. Para Mazumder, é uma prova de que a sociedade pensa cada vez mais na sustentabilidade e em uso de meios de obtenção de energia alternativos.
3 de setembro de 2010
Japoneses desenvolvem escovas de dente com energia solar
Os pesquisadores da Universidade de Saskatchenwan, no Japão, Dr. Kunio Komiyama e Dr.Gerry Uswak testam uma escova de dentes que não utiliza pasta, mas apenas ação abrasiva combinada com fluxo de elétrons para eliminar as bactérias e a placa dental. Agora, os cientistas procuram por cerca de 120 adolescentes que estejam dispostos a utilizar o protótipo em um teste comparativo.
A Solardey-J3X é produzida pela empresa Shiken, que contratou os pesquisadores para investigar se a escova solar faz um trabalho melhor que escovas normais em eliminar bactérias e a placa, explica o site Canada.com.
O projeto original é de 15 anos atrás e de criação do próprio Dr. Komiyama, que a descreveu na revista científica Journal of Clinical Periodontology. O painel solar em sua base fornece energia para que elétrons sejam transportados até a cabeça da escova. Na boca, os elétrons reagem com o pH ligeiramente ácido da saliva, quebrando a placa e matando bactérias, explica o site Physorg. A Solardey-J3X consome a mesma quantidade de energia que uma calculadora solar e não requer nenhuma pasta dental.
A Solardey-J3X é produzida pela empresa Shiken, que contratou os pesquisadores para investigar se a escova solar faz um trabalho melhor que escovas normais em eliminar bactérias e a placa, explica o site Canada.com.
O projeto original é de 15 anos atrás e de criação do próprio Dr. Komiyama, que a descreveu na revista científica Journal of Clinical Periodontology. O painel solar em sua base fornece energia para que elétrons sejam transportados até a cabeça da escova. Na boca, os elétrons reagem com o pH ligeiramente ácido da saliva, quebrando a placa e matando bactérias, explica o site Physorg. A Solardey-J3X consome a mesma quantidade de energia que uma calculadora solar e não requer nenhuma pasta dental.
EDP e Tejo Energia vão receber 522 milhões para financiar centrais
As centrais eléctricas que vendem energia no mercado livre vão receber a partir de 2011 um incentivo de 20 mil euros anual por megawatt (MW) de capacidade instalada. Este subsídio será pago durante seis anos e meio às centrais em funcionamento desde antes de 2007. Já para as que entraram em funcionamento posteriormente, o incentivo terá a duração de dez anos. Este mecanismo de apoio vai ser pago pelas tarifas eléctricas e deverá custar aos consumidores de electricidade cerca de 522 milhões de euros, a preços actuais, até 2021. Este valor daria para construir uma central com dois grupos a gás natural - de 800 MW.
Os 522 milhões resultam da soma da potência já instalada nas unidades que funcionam há menos de dez anos ou que venham a obter a licença de operação até 1 de Janeiro de 2011. Inclui três centrais exploradas pela EDP e a nova unidade a gás natural da Tejo Energia - empresa gestora da central do Pego que é detida pela Endesa e Internacional Power.
Os 522 milhões resultam da soma da potência já instalada nas unidades que funcionam há menos de dez anos ou que venham a obter a licença de operação até 1 de Janeiro de 2011. Inclui três centrais exploradas pela EDP e a nova unidade a gás natural da Tejo Energia - empresa gestora da central do Pego que é detida pela Endesa e Internacional Power.
Novo apoio às centrais eléctricas pressiona factura do consumidor
A partir do próximo ano os consumidores portugueses de electricidade poderão contar com mais um factor de agravamento da sua factura da luz.
O Governo criou um mecanismo para compensar as centrais eléctricas convencionais (não renováveis) pela disponibilidade para entrarem em operação a qualquer momento, pagando dezenas de milhões de euros a empresas como a EDP, Endesa, Iberdrola e Galp, verba a repercutir nas tarifas de todos os consumidores.
O custo total desta medida não foi ainda revelado. A portaria que enquadra o sistema de garantia de potência em Portugal, publicada na sexta-feira, lança duas modalidades de apoio aos produtores de electricidade: serviço de disponibilidade e incentivo ao investimento. No primeiro caso, o Governo tem até 1 de Novembro para fixar o montante máximo anual de remuneração da disponibilidade das centrais eléctricas. Quanto ao incentivo ao investimento em nova capacidade, já foi definido um valor provisório: cada produtor receberá anualmente 20 mil euros por megawatt (MW).
O Governo criou um mecanismo para compensar as centrais eléctricas convencionais (não renováveis) pela disponibilidade para entrarem em operação a qualquer momento, pagando dezenas de milhões de euros a empresas como a EDP, Endesa, Iberdrola e Galp, verba a repercutir nas tarifas de todos os consumidores.
O custo total desta medida não foi ainda revelado. A portaria que enquadra o sistema de garantia de potência em Portugal, publicada na sexta-feira, lança duas modalidades de apoio aos produtores de electricidade: serviço de disponibilidade e incentivo ao investimento. No primeiro caso, o Governo tem até 1 de Novembro para fixar o montante máximo anual de remuneração da disponibilidade das centrais eléctricas. Quanto ao incentivo ao investimento em nova capacidade, já foi definido um valor provisório: cada produtor receberá anualmente 20 mil euros por megawatt (MW).
França: concurso de 10 mil milhões para 600 turbinas eólicas
O governo francês vai lançar no próximo mês um concurso para contratos no valor de 10 mil milhões de euros para a construção de 600 turbinas eólicas ao largo da costa francesa.
O objectivo é criar capacidade de produção de 3 mil megawatts de electricidade gerada a partir de 10 locais diferentes, segundo fontes do mistério francês da Ecologia e da Energia, citadas pela agência noticiosa France Press.
Contas feitas, se construir cada megawatt de potência custa actualmente 3,5 milhões de euros, este projecto representa um investimento de 10 mil milhões de euros, disseram as mesmas fontes.
As primeiras turbinas eólicas não deverão entrar em funcionamento antes de 2015, aponta a agência Lusa.
O governo francês espera que as turbinas eólicas colocadas ao longo da costa do país produzam 6 mil megawatts de energia já daqui a 10 anos.
O objectivo é criar capacidade de produção de 3 mil megawatts de electricidade gerada a partir de 10 locais diferentes, segundo fontes do mistério francês da Ecologia e da Energia, citadas pela agência noticiosa France Press.
Contas feitas, se construir cada megawatt de potência custa actualmente 3,5 milhões de euros, este projecto representa um investimento de 10 mil milhões de euros, disseram as mesmas fontes.
As primeiras turbinas eólicas não deverão entrar em funcionamento antes de 2015, aponta a agência Lusa.
O governo francês espera que as turbinas eólicas colocadas ao longo da costa do país produzam 6 mil megawatts de energia já daqui a 10 anos.
Siemens participa de evento voltado para o mercado de energia eólica, Brazil WindPower, que acontece no Rio de Janeiro
A Siemens estará presente no Brazil WindPower 2010, Congresso e Feira Internacional para energia eólica, que acontece de 31 de Agosto a 2 de Setembro, no Rio de Janeiro. Durante o evento a companhia apresentará tecnologias voltadas para esse mercado. A Siemens é a fornecedora líder mundial de turbinas eólicas para aplicação off-shore, responsável por mais de 50% destas instalações em todo o mundo. A turbina eólica Siemens de 3,6 megawatts é o modelo de maior sucesso nesta aplicação contando com mais de 192 unidades já instaladas.
As turbinas eólicas fazem parte do portfólio ambiental da Siemens. No exercício de 2009, a receita da Siemens proveniente deste portfólio alcançou aproximadamente € 23 bilhões, tornando a empresa a maior fornecedora do mundo em tecnologias que respeitam o meio ambiente. No mesmo período, os produtos e soluções da Siemens possibilitaram uma redução de 210 milhões de toneladas de emissões de CO2. Este volume é equivalente às emissões somadas de CO2 de Nova York, Tóquio, Londres e Berlim.
As turbinas eólicas fazem parte do portfólio ambiental da Siemens. No exercício de 2009, a receita da Siemens proveniente deste portfólio alcançou aproximadamente € 23 bilhões, tornando a empresa a maior fornecedora do mundo em tecnologias que respeitam o meio ambiente. No mesmo período, os produtos e soluções da Siemens possibilitaram uma redução de 210 milhões de toneladas de emissões de CO2. Este volume é equivalente às emissões somadas de CO2 de Nova York, Tóquio, Londres e Berlim.
Licenciamento de parques eólicos cai para o nível mais baixo de oito anos
O licenciamento de parques eólicos em Portugal sopra agora com menos força que no passado. No primeiro semestre deste ano foram licenciados 162 megawatts (MW) de nova potência eólica, de acordo com a Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG).
O valor não só é mais baixo que o da primeira metade de 2009, como também revela ser o menor volume licenciado num primeiro semestre dos últimos oito anos.
O presidente da Apren, a associação das energias renováveis, António Sá da Costa, admite que esta redução da potência licenciada, semestre a semestre, "é normal" atendendo aos valores que já foram licenciados. Mas o mesmo responsável também referiu ao Negócios que a dificuldade de licenciamento ambiental de vários promotores "inevitavelmente atrasa os parques". É que para obter a sua licença de operação, um parque eólico precisa primeiro de ter a autorização do Ministério do Ambiente.
O valor não só é mais baixo que o da primeira metade de 2009, como também revela ser o menor volume licenciado num primeiro semestre dos últimos oito anos.
O presidente da Apren, a associação das energias renováveis, António Sá da Costa, admite que esta redução da potência licenciada, semestre a semestre, "é normal" atendendo aos valores que já foram licenciados. Mas o mesmo responsável também referiu ao Negócios que a dificuldade de licenciamento ambiental de vários promotores "inevitavelmente atrasa os parques". É que para obter a sua licença de operação, um parque eólico precisa primeiro de ter a autorização do Ministério do Ambiente.
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