Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês) desenvolveram um painel de captação da energia solar que funciona de maneira mais rudimentar, e por isso muito mais simples. De fato, o tal painel não é apenas da finura de um papel, e sim feito de papel.
O segredo é o seguinte: os tecnólogos conseguiram implantar fotocélulas (as subunidades de recepção da energia) em uma folha de papel vegetal comum. Foi criado um protótipo capaz de gerar energia em forma de luz, graças a uma pequena tela de LED (sigla em inglês para “Diodo emissor de luz”). As células solares são cultivadas, em baixas temperaturas, sobre o papel vegetal. Com essa praticidade, podem ser facilmente colocados em telhados, acoplados a persianas ou distribuídos sobre aparelhos eletrônicos.
29 de outubro de 2010
Renováveis poupam 700 milhões até Setembro
Nobuo Tanaka, da Agência Internacional de Energia, elogiou a política energética de Portugal.
"Rezo para que o Primeiro-Ministro e os ministros de Portugal mantenham os investimentos no sector da energia." Foi com esta expectativa que o presidente-executivo da Agência Internacional de Energia (IEA), Nobuo Tanaka, se dirigiu ontem, na abertura da conferência "Novas Energias. Melhor Economia", a José Sócrates, Vieira da Silva e Carlos Zorrinho, ministro da Economia e secretário de Estado de Energia e Inovação.
Numa altura em que a grande preocupação de Portugal é a aprovação de um Orçamento do Estado para 2011 - documento marcado por medidas de austeridade, como o aumento de impostos -, Tanaka garante que "a energia segura e saudável fomenta o crescimento económico e é isso que Portugal está a tentar fazer".
Para o líder da AIE, não há outra solução senão as energias verdes. "Olhamos para a meteorologia e vemos os sinais de transformação do mundo. O mundo sabe o que tem de fazer e cada tempo que passa sem apostar em renováveis traz um custo adicional ao investimento.
"Rezo para que o Primeiro-Ministro e os ministros de Portugal mantenham os investimentos no sector da energia." Foi com esta expectativa que o presidente-executivo da Agência Internacional de Energia (IEA), Nobuo Tanaka, se dirigiu ontem, na abertura da conferência "Novas Energias. Melhor Economia", a José Sócrates, Vieira da Silva e Carlos Zorrinho, ministro da Economia e secretário de Estado de Energia e Inovação.
Numa altura em que a grande preocupação de Portugal é a aprovação de um Orçamento do Estado para 2011 - documento marcado por medidas de austeridade, como o aumento de impostos -, Tanaka garante que "a energia segura e saudável fomenta o crescimento económico e é isso que Portugal está a tentar fazer".
Para o líder da AIE, não há outra solução senão as energias verdes. "Olhamos para a meteorologia e vemos os sinais de transformação do mundo. O mundo sabe o que tem de fazer e cada tempo que passa sem apostar em renováveis traz um custo adicional ao investimento.
Sócrates aponta energias renováveis como «decisivas» para economia
As energias renováveis são «uma área decisiva para marcar o sucesso ou insucesso» da economia, assegurou o primeiro-ministro, esta sexta-feira. «Neste domínio das energias renováveis queremos estar na linha da frente», afirmou, em Vieira do Minho.
«É aqui que se vai jogar grande parte do nosso futuro, do novo modelo económico e começam já a aparecer os primeiros sinais das primeiras grandes mudanças a nível global», observou José Sócrates, de acordo com a TSF.
«O mundo já escolheu uma economia com menos carbono e vai fazer um acordo pós Quioto cada vez mais exigente com as emissões de carbono», acrescentou. José Sócrates acredita que é nas energias renováveis que vai concentrar muita da inteligência da investigação da inovação e do investimento e que Portugal pode estar à frente.
«É aqui que se vai jogar grande parte do nosso futuro, do novo modelo económico e começam já a aparecer os primeiros sinais das primeiras grandes mudanças a nível global», observou José Sócrates, de acordo com a TSF.
«O mundo já escolheu uma economia com menos carbono e vai fazer um acordo pós Quioto cada vez mais exigente com as emissões de carbono», acrescentou. José Sócrates acredita que é nas energias renováveis que vai concentrar muita da inteligência da investigação da inovação e do investimento e que Portugal pode estar à frente.
Em 2030, a energia eólica satisfará 22% das necessidades energéticas mundiais
Dentro de dez anos, a electricidade produzida a partir do vento irá satisfazer cerca de 12% das necessidades energéticas mundiais, segundo um estudo realizado pelo Global Wind Energy Council e pela Greenpeace.
Segundo o relatório, citado no Diário Económico, o cenário a 20 anos diz ainda que este valor poderá disparar até aos 22%. Com presença em 75 países, a energia eólica poderá alargar-se a mais regiões, sendo a China um dos mercados mais apetecíveis do momento.
De acordo com o relatório, porém, o petróleo vai continuar durante as próximas décadas a ser o principal combustível, um estatuto reforçado pelas recentes descobertas realizadas em águas ultra-profundas. A pesquisa que originou estas descobertas, recorde-se, só se tornou concretizável com o aumento recente do preço do barril de crude.
Segundo o relatório, citado no Diário Económico, o cenário a 20 anos diz ainda que este valor poderá disparar até aos 22%. Com presença em 75 países, a energia eólica poderá alargar-se a mais regiões, sendo a China um dos mercados mais apetecíveis do momento.
De acordo com o relatório, porém, o petróleo vai continuar durante as próximas décadas a ser o principal combustível, um estatuto reforçado pelas recentes descobertas realizadas em águas ultra-profundas. A pesquisa que originou estas descobertas, recorde-se, só se tornou concretizável com o aumento recente do preço do barril de crude.
GE lança campanha ecológica no Flickr e Youtube
A multinacional General Electric (GE) lançou recentemente uma campanha digital de sensibilização da população para o meio ambiente. A iniciativa, baptizada de "Tag Your Green", tem por objectivo inspirar as pessoas a partilhar e comentar, na Internet, ideias ecológicas. A campanha incidirá, sobretudo, no Flickr e no Youtube, onde deve ser feito o upload das fotos e vídeos para partilha, visualização e comentário.
Mas, para além dos benefícios de partilhar dicas ecológicas online, a campanha vai mais longe: por cada foto sobre o vento, a água ou a luz solar que for inserida no Flickr, a GE fará um donativo a uma instituição. Por cada foto relacionada com o vento, 4.5 horas de quilowatt serão doadas a uma instituição chamada Practical Action, que ajuda comunidades desfavorecidas a utilizar tecnologia de forma a melhorar a sua qualidade de vida. Se a foto tiver como "protagonista" a água, um donativo de cerca de 1816 litros de água será feito à Charity: Water, uma organização sem fins lucrativos que leva água potável a nações em desenvolvimento. Já cada foto "iluminada" pelo sol dará origem a um donativo de 175 horas de energia solar para o projecto d.Light Lighting Oecusse, que leva electricidade a quem a ela não tem acesso.
Mas, para além dos benefícios de partilhar dicas ecológicas online, a campanha vai mais longe: por cada foto sobre o vento, a água ou a luz solar que for inserida no Flickr, a GE fará um donativo a uma instituição. Por cada foto relacionada com o vento, 4.5 horas de quilowatt serão doadas a uma instituição chamada Practical Action, que ajuda comunidades desfavorecidas a utilizar tecnologia de forma a melhorar a sua qualidade de vida. Se a foto tiver como "protagonista" a água, um donativo de cerca de 1816 litros de água será feito à Charity: Water, uma organização sem fins lucrativos que leva água potável a nações em desenvolvimento. Já cada foto "iluminada" pelo sol dará origem a um donativo de 175 horas de energia solar para o projecto d.Light Lighting Oecusse, que leva electricidade a quem a ela não tem acesso.
Chávez elogia «contributo de Portugal» nas energias renováveis
O presidente venezuelano elogiou, este domingo, o «grande contributo de Portugal» na área das energias renováveis e considerou «impressionante» o facto de o país produzir mais de 60 por cento da electricidade nacional a partir de fontes renováveis.
«Este tipo de energia é o futuro. Algum dia há-de acabar o petróleo neste planeta, esperemos que em 3500, mas algum dia vai acabar. Temos de começar a preparar-nos para a era pós-petrolífera», disse Chávez, citado pela edição online do Jornal de Notícias, durante uma visita à fábrica de torres eólicas da Enercom, em Viana do Castelo. Para o presidente venezuelano, o esforço que Portugal tem desenvolvido nesta área «é um avanço para o bem não só do país mas de todo o mundo».
«Este tipo de energia é o futuro. Algum dia há-de acabar o petróleo neste planeta, esperemos que em 3500, mas algum dia vai acabar. Temos de começar a preparar-nos para a era pós-petrolífera», disse Chávez, citado pela edição online do Jornal de Notícias, durante uma visita à fábrica de torres eólicas da Enercom, em Viana do Castelo. Para o presidente venezuelano, o esforço que Portugal tem desenvolvido nesta área «é um avanço para o bem não só do país mas de todo o mundo».
Petróleo e gás mantêm hegemonia, mas aposta nas renováveis aumenta
Renováveis vão ter um papel decisivo na redução das emissões de CO2, mas o petróleo e o gás continuarão a ser energias decisivas nos próximos 30 anos.
É necessária uma maior eficiência energética e tem de haver complementaridade entre as diferentes formas de energia para que o mundo possa continuar a evoluir defendeu Nobuo Tanaka, presidente executivo da Agência Internacional da Energia (AIE) durante a conferência "Energia, os próximos 30 anos", organizada pelo Diário Económico e pela Galp Energia, que se realizou sexta-feira no Hotel Ritz, em Lisboa. Na opinião de Tanaka a hegemonia do petróleo e do gás natural vai manter-se nos próximos 30 anos.
O presidente da AIE também destacou a necessidade de reduzir em cerca de 50% as emissões de dióxido de carbono (CO2) ao longo dos próximos 20 anos. Para isso, diz, serão necessários investimentos massivos nas energias renováveis.
É necessária uma maior eficiência energética e tem de haver complementaridade entre as diferentes formas de energia para que o mundo possa continuar a evoluir defendeu Nobuo Tanaka, presidente executivo da Agência Internacional da Energia (AIE) durante a conferência "Energia, os próximos 30 anos", organizada pelo Diário Económico e pela Galp Energia, que se realizou sexta-feira no Hotel Ritz, em Lisboa. Na opinião de Tanaka a hegemonia do petróleo e do gás natural vai manter-se nos próximos 30 anos.
O presidente da AIE também destacou a necessidade de reduzir em cerca de 50% as emissões de dióxido de carbono (CO2) ao longo dos próximos 20 anos. Para isso, diz, serão necessários investimentos massivos nas energias renováveis.
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