A ideia de captar energia solar no espaço nasceu nos livros de Isaac Asimov e outros autores de ficção científica nos anos 1940 e ganhou contornos de projecto viável em 1968, com os estudos de um cientista americano, Peter Glaser, que patenteou o conceito em 1973.
O uso eficaz da energia solar "oferece a possibilidade de fornecer energia eléctrica sem ter que administrar os problemas de contaminação e de lixo", explicou Peter Glaser nesta patente.
Glaser havia imaginado a possibilidade de transferir vários gigawatts de energia por microondas do espaço para a Terra usando satélites geoestacionários (em órbita a 36.000 km de altitude acima do mesmo ponto da superfície terrestre) para captar a energia solar.
Colectada na Terra por amplas áreas de recepção, a energia deveria, em seguida, ser transformada em energia eléctrica.
Desde a década de 1970, a ideia tem sido reexaminada periodicamente pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos, pela agência espacial americana Nasa, por grandes companhias aeroespaciais e países como Índia e Japão.
A Jaxa (agência espacial japonesa) lançou em 1998 um programa de desenvolvimento de energia solar de origem espacial.
20 de dezembro de 2010
Renováveis vão custar €1029 milhões
Se quer ganhar algum dinheiro extra no fim do mês instale uma microturbina eólica na sua casa ou no seu prédio e alguns painéis fotovoltaicos para produzir energia elétrica.
Por cada megawatt hora (MWh) produzido por si o sistema elétrico paga-lhe €587 euros. Um excelente negócio pois por cada MWh que você compra à rede paga apenas €72,4 euros.
A microprodução de energia renovável é atualmente a forma mais bem paga de todo o sistema eletroprodutor em Portugal (ver infografia).
Mas como não há bela sem senão, para manter a atual política de incentivos à Produção em Regime Especial (que inclui renováveis e cogeração) os consumidores de eletricidade pagam todos os anos um sobrecusto, refletido na fatura que chega a casa, que só em 2010 ascenderá aos €805 milhões. Para o próximo ano subirá acima da fasquia dos mil milhões (€1029, para sermos mais precisos). Se dividirmos este custo pelos cerca de 6 milhões de consumidores em Portugal, então cada um pagará cerca de €171 em 2011 (€14,25 por mês) para subsidiar as energias renováveis.
Mas não é tudo. Estes são os números para o atual cenário em que Portugal tem instalados 3841 MW de eólica. Só que os objetivos definidos pelo Governo apontam para cerca de 7000 MW de eólica e 1500 MW de solar fotovoltaica. "Isto é completamente surreal, não faz o mínimo sentido. Então se, com menos de metade daquele valor, já vamos pagar €805 milhões em 2010, imagine-se o que nos poderá vir a custar esta loucura das renováveis daqui a dez anos", alerta Mira Amaral, ex-ministro da Indústria e Energia.
Por cada megawatt hora (MWh) produzido por si o sistema elétrico paga-lhe €587 euros. Um excelente negócio pois por cada MWh que você compra à rede paga apenas €72,4 euros.
A microprodução de energia renovável é atualmente a forma mais bem paga de todo o sistema eletroprodutor em Portugal (ver infografia).
Mas como não há bela sem senão, para manter a atual política de incentivos à Produção em Regime Especial (que inclui renováveis e cogeração) os consumidores de eletricidade pagam todos os anos um sobrecusto, refletido na fatura que chega a casa, que só em 2010 ascenderá aos €805 milhões. Para o próximo ano subirá acima da fasquia dos mil milhões (€1029, para sermos mais precisos). Se dividirmos este custo pelos cerca de 6 milhões de consumidores em Portugal, então cada um pagará cerca de €171 em 2011 (€14,25 por mês) para subsidiar as energias renováveis.
Mas não é tudo. Estes são os números para o atual cenário em que Portugal tem instalados 3841 MW de eólica. Só que os objetivos definidos pelo Governo apontam para cerca de 7000 MW de eólica e 1500 MW de solar fotovoltaica. "Isto é completamente surreal, não faz o mínimo sentido. Então se, com menos de metade daquele valor, já vamos pagar €805 milhões em 2010, imagine-se o que nos poderá vir a custar esta loucura das renováveis daqui a dez anos", alerta Mira Amaral, ex-ministro da Indústria e Energia.
Angola aposta em plano energético para garantir o desenvolvimento
Se Angola cumprir o plano de investimentos para 2010-2016 em termos de produção energética, garantirá a satisfação das suas necessidades de desenvolvimento, disse a ministra da Energia e Águas Emanuela Vieira Lopes.
Em declarações à Lusa à margem da visita de Estado do presidente Eduardo dos Santos à África do Sul, a ministra angolana salientou que o aumento substancial na produção de energia eléctrica em Angola - de aproximadamente 7 mil megawats - se alcançará apenas com recurso à geração hidroeléctrica, o que significa energia renovável e amiga do ambiente.
Emanuela Vieira Lopes assinou na África do Sul um plano de implementação de um acordo de cooperação com a África do Sul na área da energia, declarando-se "muito satisfeita com a cooperação técnica em curso com os sul-africanos, que possuem a maior capacidade geradora em todo o continente africano".
Para a governante angolana, ambos os países têm muito para dar um ao outro em termos de know-how e recursos naturais. Enquanto a África do Sul recorre principalmente à queima de carvão para satisfazer as suas necessidades energéticas, estando agora a dar os primeiros passos nas energias renováveis, Angola possui cursos de água com enorme potencial de geração de energia hidroeléctrica ainda por explorar.
"Se cumprirmos o nosso programa, poderemos até no futuro exportar energia para a África do Sul, se este país vizinho e irmão necessitar", referiu Emanuela Vieira Lopes.
A ministra da Energia e Águas garantiu que a cooperação técnica em curso entre Angola e a África do Sul está a decorrer de forma muito satisfatória. E embora a África do Sul possua uma central nuclear na região do Cabo Ocidental e esteja ainda a considerar a hipótese de expandir a sua capacidade neste campo, Emanuela Vieira Lopes garante que o nuclear não está nos planos de Angola.
Em declarações à Lusa à margem da visita de Estado do presidente Eduardo dos Santos à África do Sul, a ministra angolana salientou que o aumento substancial na produção de energia eléctrica em Angola - de aproximadamente 7 mil megawats - se alcançará apenas com recurso à geração hidroeléctrica, o que significa energia renovável e amiga do ambiente.
Emanuela Vieira Lopes assinou na África do Sul um plano de implementação de um acordo de cooperação com a África do Sul na área da energia, declarando-se "muito satisfeita com a cooperação técnica em curso com os sul-africanos, que possuem a maior capacidade geradora em todo o continente africano".
Para a governante angolana, ambos os países têm muito para dar um ao outro em termos de know-how e recursos naturais. Enquanto a África do Sul recorre principalmente à queima de carvão para satisfazer as suas necessidades energéticas, estando agora a dar os primeiros passos nas energias renováveis, Angola possui cursos de água com enorme potencial de geração de energia hidroeléctrica ainda por explorar.
"Se cumprirmos o nosso programa, poderemos até no futuro exportar energia para a África do Sul, se este país vizinho e irmão necessitar", referiu Emanuela Vieira Lopes.
A ministra da Energia e Águas garantiu que a cooperação técnica em curso entre Angola e a África do Sul está a decorrer de forma muito satisfatória. E embora a África do Sul possua uma central nuclear na região do Cabo Ocidental e esteja ainda a considerar a hipótese de expandir a sua capacidade neste campo, Emanuela Vieira Lopes garante que o nuclear não está nos planos de Angola.
A partir de 2020, todos os novos táxis de Londres serão eléctricos
Todos os novos táxis que circulem em Londres a partir de 2020 vão ser eléctricos, garantiu ontem o mayor daquela cidade, Boris Jonhson.
A iniciativa tem como objectivo melhorar a qualidade do ar da capital britânica, considerada hoje a pior de todas as capitais europeias.
Aliás, a má qualidade do ar é considerada, neste momento, um dos principais problemas de saúde pública na Grã-Bretanha, pelo que não será de estranhar que esta medida se propague por outras áreas metropolitanas daquele País.
A partir de 2012, a câmara londrina vai recusar licenciar táxis com mais de 15 anos – o que irá reduzir em 1.200 táxis a actual frota de 22 mil. Os mini-taxis que também circulam em Londres terão regras mais rígidas: todos os veículos com mais de dez anos desaparecerão da frota em 2012.
Paralelamente, também os taxistas terão aulas de eco-condução a partir de Janeiro de 2012. Todos os novos táxis licenciados a partir de 2020 terão de ter zero emissões, uma decisão que levará a câmara londrina a investir perto de 1,2 milhões de euros.
A iniciativa tem como objectivo melhorar a qualidade do ar da capital britânica, considerada hoje a pior de todas as capitais europeias.
Aliás, a má qualidade do ar é considerada, neste momento, um dos principais problemas de saúde pública na Grã-Bretanha, pelo que não será de estranhar que esta medida se propague por outras áreas metropolitanas daquele País.
A partir de 2012, a câmara londrina vai recusar licenciar táxis com mais de 15 anos – o que irá reduzir em 1.200 táxis a actual frota de 22 mil. Os mini-taxis que também circulam em Londres terão regras mais rígidas: todos os veículos com mais de dez anos desaparecerão da frota em 2012.
Paralelamente, também os taxistas terão aulas de eco-condução a partir de Janeiro de 2012. Todos os novos táxis licenciados a partir de 2020 terão de ter zero emissões, uma decisão que levará a câmara londrina a investir perto de 1,2 milhões de euros.
Tóquio abre a primeira rota no mundo de ônibus movido a hidrogênio
O coletivo não contamina o meio ambiente e cobre a partir desta semana o percurso Estação Shinjuku-Aeroporto de Haneda, ida e volta
O Ministério da Economia, Comércio e Indústria anunciou na segunda-feira (13) a abertura em Tóquio da primeira rota no mundo a ser percorrida regularmente por um ônibus que utiliza hidrogênio e não gera poluição. O veículo foi desenvolvido pela Toyota Motors e Hino Motors e vai cobrir uma vez ao dia, a partir de quinta-feira (16), o percurso entre o Aeroporto de Haneda e o terminal de ônibus da Estação de Shinjuku.
Segundo o Ministério, é a primeira vez no mundo que um ônibus movido a hidrogênio funcionará de forma regular cobrindo uma determinada rota. A passagem custará 1.200 ienes, mesmo valor dos outros ônibus que realizam o mesmo percurso. O Ministério da Economia elegeu o veículo da Toyota e Hino como o marco de um projeto governamental para desenvolver uma sociedade que utiliza hidrogênio como combustível no transporte público.
O Ministério da Economia, Comércio e Indústria anunciou na segunda-feira (13) a abertura em Tóquio da primeira rota no mundo a ser percorrida regularmente por um ônibus que utiliza hidrogênio e não gera poluição. O veículo foi desenvolvido pela Toyota Motors e Hino Motors e vai cobrir uma vez ao dia, a partir de quinta-feira (16), o percurso entre o Aeroporto de Haneda e o terminal de ônibus da Estação de Shinjuku.
Segundo o Ministério, é a primeira vez no mundo que um ônibus movido a hidrogênio funcionará de forma regular cobrindo uma determinada rota. A passagem custará 1.200 ienes, mesmo valor dos outros ônibus que realizam o mesmo percurso. O Ministério da Economia elegeu o veículo da Toyota e Hino como o marco de um projeto governamental para desenvolver uma sociedade que utiliza hidrogênio como combustível no transporte público.
Vodafone lança telemóvel com painel solar
A Vodafone lançou o telemóvel Vodafone Puma que tem incluído um painel solar para recarregamento da bateria.
Este telemóvel 3.5G resulta de uma parceria com a marca de artigos desportivos Puma e tem como destinatários principais os amantes da actividade desportiva.
Em comunicado a empresa adianta que este equipamento «inclui diversas aplicações customizadas que permitem ter acesso directo a notícias de desporto e lifestyle (Puma News), ao Facebook, Twitter, Flickr e YouTube (Puma Friends), a um catálogo de aplicações descarregáveis (Puma Stuff) e ainda a uma loja com acessórios exclusivos para o Puma Phone (Puma Shop)».
Dado o público-alvo a que se destina o Vodafone Puma tem integrada a funcionalidade Sports Tracker que permite monitorizar o desempenho do seu utilizador em corrida, caminhada e bicicleta.
O telemóvel inclui também GPS pedestre com mapas da Europa, uma bússola 3D, a funcionalidade de videochamada, o acesso ao e-mail, browser, câmara de 3.2 megapixels com gravação de vídeo, leitor de MP3 e bluetooth.
O preço do equipamento é de 94,90 euros e o pacote inclui auricular, cabo de dados, e um cartão de memória de 2GB.
Este telemóvel 3.5G resulta de uma parceria com a marca de artigos desportivos Puma e tem como destinatários principais os amantes da actividade desportiva.
Em comunicado a empresa adianta que este equipamento «inclui diversas aplicações customizadas que permitem ter acesso directo a notícias de desporto e lifestyle (Puma News), ao Facebook, Twitter, Flickr e YouTube (Puma Friends), a um catálogo de aplicações descarregáveis (Puma Stuff) e ainda a uma loja com acessórios exclusivos para o Puma Phone (Puma Shop)».
Dado o público-alvo a que se destina o Vodafone Puma tem integrada a funcionalidade Sports Tracker que permite monitorizar o desempenho do seu utilizador em corrida, caminhada e bicicleta.
O telemóvel inclui também GPS pedestre com mapas da Europa, uma bússola 3D, a funcionalidade de videochamada, o acesso ao e-mail, browser, câmara de 3.2 megapixels com gravação de vídeo, leitor de MP3 e bluetooth.
O preço do equipamento é de 94,90 euros e o pacote inclui auricular, cabo de dados, e um cartão de memória de 2GB.
Galp Energia aposta forte em comunicação nas escolas
Comunicar com as crianças para chegar aos pais. Este é o objectivo do projecto de responsabilidade social da empresa sobre eficiência energética.
Na escola, os professores falam da importância da eficiência energética, de fontes de energia, mobilidade sustentável e pegada energética. Temas à partida pouco apelativos para os mais pequenos, mas que com a ajuda de materiais e jogos didácticos se tornam divertidos. Depois aparecem as "Brigadas da Iluminação" ou dos "Transportes", com a missão de desligar luzes dentro e fora da escola ou criar escalas em que pais com percursos comuns partilham o transporte com outras crianças.
Estes são só alguns dos projectos da Missão Up/Unidos pelo Planeta, promovido pela Galp Energia. O objectivo é comunicar com os pais através das crianças - regra geral muito militantes em relação a estes temas - e, no fim, mudar comportamentos. "Sabemos que para mudar atitudes necessitamos de envolver a próxima geração", comenta João Nuno Mendes, director de inovação, desenvolvimento e sustentabilidade da Galp Energia. Daí o projecto estar integrado na política de responsabilidade social da empresa.
Na escola, os professores falam da importância da eficiência energética, de fontes de energia, mobilidade sustentável e pegada energética. Temas à partida pouco apelativos para os mais pequenos, mas que com a ajuda de materiais e jogos didácticos se tornam divertidos. Depois aparecem as "Brigadas da Iluminação" ou dos "Transportes", com a missão de desligar luzes dentro e fora da escola ou criar escalas em que pais com percursos comuns partilham o transporte com outras crianças.
Estes são só alguns dos projectos da Missão Up/Unidos pelo Planeta, promovido pela Galp Energia. O objectivo é comunicar com os pais através das crianças - regra geral muito militantes em relação a estes temas - e, no fim, mudar comportamentos. "Sabemos que para mudar atitudes necessitamos de envolver a próxima geração", comenta João Nuno Mendes, director de inovação, desenvolvimento e sustentabilidade da Galp Energia. Daí o projecto estar integrado na política de responsabilidade social da empresa.
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