A Schneider Electric foi seleccionada pela AES SOLE Italia para ser a principal fornecedora de EPC (Engineering, Procurement and Construction) para a construção, operacionalização e manutenção de um projecto de energia solar na região de Puglia (Itália).
A central fotovoltaica terá uma capacidade anual de 56GWh, o que satisfaz as exigências energéticas de uma cidade de 40 000 habitantes. Com uma capacidade máxima de produção de 43MW, o parque é constituído por 600 000 painéis solares que ocupam um total de 250 hectares.
«Com o seu portfólio de gestão de energia abrangente e integrado, a Schneider Electric é o único operador no mercado a fornecer uma oferta na área das renováveis que está de acordo com os requisitos especiais e as necessidades do consumidor» referiu Julio Rodriguez, vice-presidente executivo, Power Global & EMEAS Business, da Schneider Electric.
8 de outubro de 2010
Barack Obama anuncia a instalação de painéis solares na Casa Branca
A Casa Branca anunciou ontem que vai voltar a instalar painéis solares para, a partir da Primavera de 2011, aquecerem água e gerarem electricidade no edifício. Os primeiros foram colocados em 1979 e retirados em 1986.
Os telhados da Casa Branca deverão receber entre 20 e 50 painéis solares para converter a luz do Sol em electricidade. Estes painéis vão gerar o dobro da electricidade que é consumida, em média, por habitação em Washington. A Administração Obama estima que, com a medida, vai poupar cerca de três mil dólares (2176 euros) por ano na conta da electricidade.
O secretário de Estado para a Energia, Steven Chu, revelou ontem que os painéis serão instalados no final de Maio ou início de Junho no telhado da Casa Branca. “Já se passou muito tempo desde que os tivemos lá em cima”, comentou Steven Chu numa conferência sobre energias “limpas” na Universidade George Washington. “Por todo o mundo, a Casa Branca é um símbolo de liberdade e democracia”, disse Chu. “Deveria ser também um símbolo do compromisso americano para com um futuro de energia limpa”.
Os telhados da Casa Branca deverão receber entre 20 e 50 painéis solares para converter a luz do Sol em electricidade. Estes painéis vão gerar o dobro da electricidade que é consumida, em média, por habitação em Washington. A Administração Obama estima que, com a medida, vai poupar cerca de três mil dólares (2176 euros) por ano na conta da electricidade.
O secretário de Estado para a Energia, Steven Chu, revelou ontem que os painéis serão instalados no final de Maio ou início de Junho no telhado da Casa Branca. “Já se passou muito tempo desde que os tivemos lá em cima”, comentou Steven Chu numa conferência sobre energias “limpas” na Universidade George Washington. “Por todo o mundo, a Casa Branca é um símbolo de liberdade e democracia”, disse Chu. “Deveria ser também um símbolo do compromisso americano para com um futuro de energia limpa”.
Lares britânicos usam gás obtido a partir de fezes humanas
Algumas empresas britânicas se uniram para produzir energia renovável. A matéria prima usada por elas é o gás metano, liberado pela decomposição de matéria orgânica, e o resultado é energia suficiente para suprir as necessidades de 200 casas.
O projeto transforma a parte sólida do esgoto em biogás pelp processo de digestão anaeróbica. De acordo com um estudo feito pela National Grid esse tipo de produção de energia poderia representar pelo menos 15% do mercado de gás doméstico até 2020.
Nesta terça-feira (5), o secretário de mudanças climáticas e energia, Chris Huhne, disse que "não é todo dia que um Secretário de Estado pode anunciar que, pela primeira vez no Reino Unido, as pessoas podem cozinhar e aquecer suas casas com gás gerado a partir de águas residuais. É um dia histórico para as empresas envolvidas, para a tecnologias de geração de energia por resíduos e para o crescimento da quantidade de energia renovável no Reino Unido".
O projeto transforma a parte sólida do esgoto em biogás pelp processo de digestão anaeróbica. De acordo com um estudo feito pela National Grid esse tipo de produção de energia poderia representar pelo menos 15% do mercado de gás doméstico até 2020.
Nesta terça-feira (5), o secretário de mudanças climáticas e energia, Chris Huhne, disse que "não é todo dia que um Secretário de Estado pode anunciar que, pela primeira vez no Reino Unido, as pessoas podem cozinhar e aquecer suas casas com gás gerado a partir de águas residuais. É um dia histórico para as empresas envolvidas, para a tecnologias de geração de energia por resíduos e para o crescimento da quantidade de energia renovável no Reino Unido".
Primeira central de biomassa animal do País em produção
As primeiras experiências de produção de energia vão iniciar-se este mês na central de biomassa animal da Iberfer, localizada em Tondela. É a primeira unidade deste género que vai produzir energia em Portugal.
A unidade está já toda concluída e deverá produzir energia eléctrica a partir de um processo inovador de gaseificação da matéria-prima, de origem animal. Para o processo ficar completo é necessário, depois, a introdução da energia na rede.
O projecto da Iberfer pretende, assim, valorizar a biomassa animal. A empresa é detida pelo grupo Nutroton.
A unidade está já toda concluída e deverá produzir energia eléctrica a partir de um processo inovador de gaseificação da matéria-prima, de origem animal. Para o processo ficar completo é necessário, depois, a introdução da energia na rede.
O projecto da Iberfer pretende, assim, valorizar a biomassa animal. A empresa é detida pelo grupo Nutroton.
Fazendas eólicas podem alterar o clima do local onde se encontram
Segundo uma nova pesquisa, aquelas enormes fazendas com turbinas eólicas geram uma turbulência que pode alterar significativamente as temperaturas do ar que fica próximo ao chão.
Como, normalmente, essas turbinas ficam localizadas sobre plantações, essa descoberta mostra que a produtividade agrícola pode ser significativamente alterada por elas. De acordo com a mesma pesquisa, esse impacto pode ser atenuado se o formato do rotor dessas instalações for modificado.
Os cientistas, da Universidade de Illinois, descobriram que dependendo das condições naturais do ar, a temperatura local pode ser aumentada ou diminuída devido às turbulências. As diferenças vão de 0,4 graus Celsius a menos ou 1,5 graus a mais. Apesar de não parecer uma diferença significativa para nós, humanos, as plantas que estão tentando se desenvolver em uma temperatura para a qual não está adaptada sofrem – seja com a diminuição da safra que seria colhida ou com a própria morte da planta.
Como, normalmente, essas turbinas ficam localizadas sobre plantações, essa descoberta mostra que a produtividade agrícola pode ser significativamente alterada por elas. De acordo com a mesma pesquisa, esse impacto pode ser atenuado se o formato do rotor dessas instalações for modificado.
Os cientistas, da Universidade de Illinois, descobriram que dependendo das condições naturais do ar, a temperatura local pode ser aumentada ou diminuída devido às turbulências. As diferenças vão de 0,4 graus Celsius a menos ou 1,5 graus a mais. Apesar de não parecer uma diferença significativa para nós, humanos, as plantas que estão tentando se desenvolver em uma temperatura para a qual não está adaptada sofrem – seja com a diminuição da safra que seria colhida ou com a própria morte da planta.
Petrobras investe em energias renováveis
A Petrobras está investindo em estudos de tecnologia para uma alternativa energética limpa, contudo ainda não comercialmente viável, que vem ganhando destaque aqui no Ceará: a energia solar.
O Estado deverá, até o fim deste ano, inaugurar a primeira usina do tipo em escala comercial do Brasil, mas ainda em uma fase piloto. A estatal, pensando na diversificação das matrizes energéticas, busca alternativas que tornem este tipo de produção no País competitiva dentro do mercado. No Ceará, a SOL Tauá, empreendimento da MPX Energia, do empresário Eike Batista, está em construção e contará, até o fim do ano, com 1 MW de capacidade instalada.
A ideia é que se chegue a 50 MW, mas as atuais condições de competitividade da energia não tornam, por hora, esse projeto possível. A situação pode ser modificada, contudo, com o apoio da estatal.
"A Petrobras não tem projetos de geração e venda de energia solar. Mas está desenvolvendo pesquisas no sentido de aumentar a competitividade dessa energia, para que ela seja aplicada comercialmente", informa o gerente executivo do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), Carlos Tadeu da Costa.
O Estado deverá, até o fim deste ano, inaugurar a primeira usina do tipo em escala comercial do Brasil, mas ainda em uma fase piloto. A estatal, pensando na diversificação das matrizes energéticas, busca alternativas que tornem este tipo de produção no País competitiva dentro do mercado. No Ceará, a SOL Tauá, empreendimento da MPX Energia, do empresário Eike Batista, está em construção e contará, até o fim do ano, com 1 MW de capacidade instalada.
A ideia é que se chegue a 50 MW, mas as atuais condições de competitividade da energia não tornam, por hora, esse projeto possível. A situação pode ser modificada, contudo, com o apoio da estatal.
"A Petrobras não tem projetos de geração e venda de energia solar. Mas está desenvolvendo pesquisas no sentido de aumentar a competitividade dessa energia, para que ela seja aplicada comercialmente", informa o gerente executivo do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), Carlos Tadeu da Costa.
Grécia desenvolve bolsa solar
Pesquisadores da Grécia estão desenvolvendo novas formas de aproveitar a farta energia solar disponível no país.
Atualmente, tentam incrementar uma bolsa equipada com um painel solar que já está a venda nos Estados Unidos de forma a transformá-la em uma mini-usina e antena de transmissão.
Cientistas gregos agora trabalham em uma fina película que pode gerar e conduzir eletricidade e ser aplicada sobre capas plásticas comuns. Eles esperam que o produto revolucione redes sem fio portáteis. Uma simples bolsa poderia ser transformada em bateria e antena para um sistema sem fio.
Mas entre as dificuldades que a pesquisa enfrenta está a crise econômica na Grécia, que tem levado muitos pesquisadores a deixar o país. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Atualmente, tentam incrementar uma bolsa equipada com um painel solar que já está a venda nos Estados Unidos de forma a transformá-la em uma mini-usina e antena de transmissão.
Cientistas gregos agora trabalham em uma fina película que pode gerar e conduzir eletricidade e ser aplicada sobre capas plásticas comuns. Eles esperam que o produto revolucione redes sem fio portáteis. Uma simples bolsa poderia ser transformada em bateria e antena para um sistema sem fio.
Mas entre as dificuldades que a pesquisa enfrenta está a crise econômica na Grécia, que tem levado muitos pesquisadores a deixar o país. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
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